Hephaesnus
Notícias3 min de leitura18 de julho de 2026

Perfil Ecotoxicológico Validado: Testes OECD Comprovam Segurança Ecológica do Sallus Fire Retardant

Ensaios de laboratório independentes sob as normas internacionais OECD 201, 202, 207 e 208 certificam que o Sallus Fire Retardant não é tóxico para plantas, solo e água.

Equipa Sallus

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Selo de perfil ecotoxicológico validado pela OECD

Os resultados dos ensaios laboratoriais independentes revelaram que o perfil ecotoxicológico do Sallus Fire Retardant foi oficialmente VALIDADO. O nosso produto passou com distinção nos exigentes ensaios internacionais de ecotoxicidade da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

Esta certificação assegura que o Sallus Fire Retardant oferece uma proteção contra incêndios de classe mundial sendo, ao mesmo tempo, 100% não tóxico, biodegradável e totalmente seguro para os ecossistemas terrestres e aquáticos.

Por que razão os retardantes tradicionais são um perigo ambiental?

Historicamente, os retardantes de fogo comerciais (muito utilizados no combate a fogos florestais ou na proteção passiva industrial) contêm químicos pesados, sais de amónio persistentes e substâncias per- e polifluoroalquílicas (PFAS ou "químicos eternos").

Embora estes compostos consigam abafar as chamas, eles representam um perigo grave a médio e longo prazo:

  • Infiltram-se no solo, destruindo a microfauna crítica para os nossos ecossistemas.
  • Contaminam os lençóis freáticos e cursos de água, causando toxicidade aguda em peixes e algas.
  • Danificam a vegetação circundante devido ao excesso de sais minerais e resíduos ácidos.

O que comprovam os ensaios OECD no Sallus Fire Retardant?

Para garantir que o Sallus Fire Retardant é uma alternativa verdadeiramente sustentável, submetemos o produto a quatro testes de ecotoxicidade padrão da OECD:

  1. OECD 201 (Algas de água doce): Avalia o impacto no crescimento de microalgas aquáticas. O Sallus Fire Retardant provou ser completamente inofensivo, não gerando qualquer toxicidade aguda. Pelo contrário, a sua formulação natural demonstrou até um efeito benéfico de estimulação saudável do crescimento celular.
  2. OECD 202 (Daphnia magna): Avalia a toxicidade em pequenos invertebrados aquáticos. O teste confirmou a total compatibilidade ecológica, sem qualquer imobilização ou mortalidade nas populações expostas.
  3. OECD 207 (Minhoca da terra - Eisenia foetida): Testa o impacto na fauna terrestre e nos solos. O Sallus Fire Retardant ficou classificado inteiramente fora dos limites de classificação de solos contaminados, sendo seguro para a biodiversidade do solo.
  4. OECD 208 (Emergência e crescimento de plantas terrestres): Avalia se o produto prejudica a germinação de sementes e o crescimento de plantas (testado em Pisum sativum). Mesmo a concentrações máximas de ensaio, não houve qualquer inibição na germinação das sementes nem no desenvolvimento de biomassa das plantas.

Maior segurança para o ambiente, total confiança para o utilizador

Com a validação das diretrizes OECD 201, 202, 207 e 208, os utilizadores do Sallus Fire Retardant — desde proprietários de casas com jardins ornamentais a gestores florestais e municípios — têm a tranquilidade absoluta de que a aplicação do produto não polui a terra nem a água.

Poderá pulverizar perímetros de madeira e vegetação circundante com a certeza de estar a escolher uma tecnologia verde de base aquosa que protege contra o fogo sem agredir a natureza.